Cidades

MEIO AMBIENTE

Em média, Campo Grande produziu 655 toneladas de lixo por dia em julho

Ao todo, 20 mil toneladas de lixo foram produzidas no mês passado

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De acordo com a Solurb, empresa responsável pela coleta de lixo, 20.327,55 toneladas de lixo foram produzidas de 1º a 31 de julho de 2022 em Campo Grande.

Com isso, Campo Grande gerou, em média, 655,7 toneladas de lixo por dia em julho de 2022.

As quantidades de lixo citadas referem-se a coleta domiciliar e comercial.

O gerente operacional da Solurb, Bruno Velloso Vilela, afirmou ao Correio do Estado, que quantidade de lixo gerada é diferente de quantidade coletada.

"Quando se fala em toneladas geradas, eu pego todo o montante coletado e divido por 30 [dias do mês], depende do mês. Quando é quantidade coletada, tem que dividir pelos dias úteis, ou seja, o dia que tem coleta, que é de segunda à sábado".

Lixo é o resíduo produzido pelo ser humano, sem valor ou utilidade, que deve ser jogado fora. Quanto maior a população de um local, maior a quantidade de lixo produzida. 

A coleta ocorre de segunda-feira a sábado, inclusive em feriados, com exceção do Natal e Ano Novo. Neste caso, a Solurb orienta que a população campo-grandense não deixe lixo na rua nos dias em que o serviço parar.

O objetivo de recolher resíduos sólidos é evitar que haja acúmulo de lixo, mau cheiro e proliferação de doenças.

Após a coleta, o lixo é levado para o aterro Sanitário Dom Antonio Barbosa II.

O serviço atende cinco regiões da área urbana e distritos de Campo Grande. Confira aqui em quais dias e horários o caminhão de coleta seletiva percorre determinado bairro da Capital.

Problemas

O lixo descartado incorretamente gera impactos ao meio ambiente e à saúde humana. As consequências causadas pelo lixo são:

  • Risco à saúde humana: A má gestão do lixo pode transmitir doenças infecciosas para humanos por meio de insetos, roedores e vetores. Lixões a céu aberto deterioram a qualidade do ar que respiramos por causa da queima e da fumaça. Pessoas que não em acesso à água potável pode ser contaminadas com doenças infectocontagiosas transmitidas por bactérias e fungos presentes na água contaminada.
  • Contaminação da água: o descarte incorreto de resíduos sólidos polui rios, lagos, mares e lençóis freáticos. O descarte de resíduos em córregos e bueiros obstrui redes de esgoto.
  • Contaminação do solo: a presença de óleos, solventes, gorduras, metais pesados e ácidos, entre outros resíduos contaminantes, alteram as propriedades físicas, químicas e do solo.
  • Poluição do ar: a degradação da matéria orgânica produz gás metano (CH4) e dióxido de carbono (CO2), conhecido como gases efeito estufa, que causam alterações climáticas e aquecimento global. O metano acumulado pode causar explosões.
  • Poluição visual e por odor: O descarte incorreto de lixo gera impactos paisagísticos, mau cheiro, desvalorização de propriedades e perdas para o turismo.

Soluções

De acordo com o vereador e professor André Luis, uma das formas de solucionar o problema do lixo em Campo Grande é implantar pontos de coleta acessíveis à população.

"De maneira que a gente crie pontos de recolha em detrimento desses resíduos em todas as instituições públicas, UBS, escolas municipais, EMEIs, Câmara Municipal, prefeitura, empresas privadas, de maneira que a gente estimule o cidadão a destinar esse resíduo de maneira correta. Temos que estimular as entidades privadas para que façam esse tipo de coleta”.

Existem locais que recolhem resíduos que podem ser reciclados: os ecopontos.

Ecopontos são locais de entrega voluntária regular e gratuita que recebem resíduos recicláveis (metal, plástico, vidro, papel e papelão), resíduos gerados em construções (mobílias, sucatas e madeiras) e resíduos provenientes de poda de árvores (galhos).

Os locais funcionam de segunda-feira a sábado das 8h às 18h. Existem cinco Ecopontos em Campo Grande, espalhados pelos bairros:

  • Ecoponto União
  • Ecoponto Moreninha
  • Ecoponto Noroeste
  • Ecoponto Nova Lima
  • Ecoponto Panamá

FERIADÃO

Semana Santa: 255 mil veículos vão trafegar pela BR-163/MS

Maior fluxo está previsto para esta quinta-feira (2), com estimativa de 65,6 mil veículos

02/04/2026 12h00

BR-163, em Campo Grande

BR-163, em Campo Grande MARCELO VICTOR

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Movimento será intenso, nesta Semana Santa, nas estradas que cortam Mato Grosso do Sul.

Quem tem disponibilidade e oportunidade, não perde a chance de curtir o feriadão em outra cidade.

De acordo com a concessionária que administra a rodovia, Motiva Pantanal, a estimativa é que 255,2 mil veículos trafeguem, entre quinta-feira (2) e segunda-feira (6), pelos 845,4 quilômetros da BR-163/MS.

O maior fluxo está previsto para esta quinta-feira (2), com estimativa de 65,6 mil veículos.

Na sexta-feira (3), o horário de pico será entre 8h-10h, com média de 3,6 mil veículos por hora e 44 mil veículos ao longo do dia.

No sábado (4), 37,8 mil veículos são esperados ao longo do dia.

No domingo (5), 52,7 mil automóveis passarão pela rodovia.

Na segunda-feira (6), o horário de pico será entre 14h-17h, com estimativa de 4,2 mil veículos por hora e 54,4 mil veículos circulando pela rodovia ao longo do dia.

Durante os cinco dias de movimento intenso na BR-163, a Motiva Pantanal disponibiliza socorro médico, socorro mecânico, sanitários e água potável 24 horas.

"Mais de 80 viaturas estão à disposição dos usuários, entre elas, ambulâncias-resgate (05 delas unidades móveis de suporte avançado), guinchos pesados, guinchos leves, inspeções de tráfego, caminhões de combate a incêndio e viaturas para apreensão de animais à disposição dos clientes da rodovia", informou a concessionária por meio de nota.

A BR-163 é a rodovia que corta o sul-norte de Mato Grosso do Sul. Possui 845,4 quilômetros de extensão e cruza 21 cidades, sendo elas:

  • Mundo Novo
  • Eldorado
  • Itaquiraí
  • Naviraí
  • Juti
  • Caarapó
  • Dourados
  • Douradina
  • Rio Brilhante
  • Nova Alvorada do Sul
  • Campo Grande
  • Jaraguari
  • Bandeirantes
  • Camapuã
  • São Gabriel do Oeste
  • Rio Verde de Mato Grosso
  • Coxim
  • Sonora
  • Pedro Gomes

ORIENTAÇÕES

  • Se for pegar estrada neste feriado, fique atento as recomendações:
  • Não dirija caso consuma bebida alcoólica
  • Não dirija cansado ou com sono
  • Use cinto de segurança
  • Respeite a sinalização
  • Respeite o limite de velocidade da via
  • Porte documentos oficiais com fotos, como RG, CPF, documento do carro, etc
  • Realize revisão do carro: pneus, limpadores de para-brisa, freios, nível de óleo, bateria, lâmpadas, lanterna e extintor

SEGURANÇA VIÁRIA

Mudança no Código de Trânsito busca obrigatoriedade de colete refletivo para motoristas

Texto estabelece que veículos fabricados um ano após publicação da lei deverão sair de fábrica já com, pelo menos, um desses equipamentos no porta-luvas

02/04/2026 11h15

Uso do colete será obrigatório nos casos em que seja necessário descer do veículo por causa de: pane mecânica ou elétrica; acidente; falta de combustível, etc.

Uso do colete será obrigatório nos casos em que seja necessário descer do veículo por causa de: pane mecânica ou elétrica; acidente; falta de combustível, etc. Reprodução/Internet

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Tramita na Câmara dos Deputados um Projeto de Lei  (PL) que busca alterar o chamado Código de Trânsito Brasileiro (CTB), fixando para os motoristas a obrigatoriedade do colete de segurança retrorrefletivo entre os equipamentos obrigatórios dos veículos, o que já pode começar a valer neste ano. 

Projeto de autoria do deputado federal Defensor Stélio Dener, o PL cita que o uso de um colete de segurança refletivo representa uma medida de "baixo custo e alta eficiência", com o intuito de cooperar para a preservação da vida. 

Como consta na sessão voltada para acompanhamento de andamento de projetos de lei na Câmara dos Deputados, o PL em questão foi apresentado à mesa diretora ainda em 04 de fevereiro, encaminhado às comissões competentes no mês passado. 

Agora, após indicação do deputado Bebeto (do Partido Progressista do Rio de Janeiro) para o cargo de relator, desde 20 de março passou a correr o prazo de cinco sessões para que os demais parlamentares apresentem as respectivas emendas. 

O que diz o projeto

Conforme o texto do projeto que busca alteração no Código de Trânsito Brasileiro, o uso de coletes retrorrefletivos por parte dos condutores será cobrado em casos de imobilização do veículo em vias públicas, especialmente em rodovias, vias de trânsito rápido ou locais de baixa visibilidade. 

Sendo que até mesmo os demais ocupantes sejam citados para também aderirem "sempre que possível", o uso do colete será obrigatório nos casos em que seja necessário descer do veículo por causa de:  

  1. pane mecânica ou elétrica;
  2. acidente;
  3. falta de combustível;
  4. necessidade de manutenção emergencial;
  5. qualquer outra situação que exija a permanência do condutor fora do veículo sobre a via.

Ainda, o texto acrescenta que ficará a cargo do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) a regulamentação das situações específicas, critérios de uso e até mesmo as "hipóteses de dispensa justificadas". A ideia é que o equipamento de segurança fique no porta-luvas, e que seja utilizado sempre que o condutor precisar sair do veículo em rodovias.

Além disso, o Projeto de Lei fixa que os veículos que forem fabricados a partir de um ano desde que a lei estiver publicada, já deverão sair de fábrica com pelo menos um colete incluído entre os itens obrigatórios entregues ao consumidor. 

Em justificativa, o deputado defende que grande parte dos acidentes fatais não se limitam ao primeiro impacto, com as paradas emergenciais que levam condutores e passageiros para fora dos veículos também trazendo riscos das chamadas colisões secundárias. 

Também, é descrito que uma série de outros países, europeus e também latino-americanos, já adotam a prática e apresentam resultados positivos da integração do colete à cultura de segurança viária, sendo essa uma medida sem impacto significativo sobre o preço final do veículo e compatível com a lógica moderna de segurança veicular integrada desde a fábrica. 

 

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